Estive num encontro alegre, promovido pelas nobres afilhadas da casa, sob o nome de Valentunas — um evento que, à primeira vista, parecia celebrar a união, a música e a harmonia entre vozes distintas. E, de facto, houve união. Houve música. Quanto à harmonia… permanece matéria de debate filosófico. Pois aprendi, ao observar os homens, que “nem toda a união gera força; algumas apenas revelam, com maior clareza, a desordem que já existia.” E assim foi quando vozes masculinas e femininas, em vez de se elevarem mutuamente, escolheram antes disputar o mesmo espaço, como dois generais que comandam o mesmo exército sem acordo prévio. Notei também o sofrimento silencioso daquele a quem chamam Magíster — homem outrora seguro, agora reduzido à condição de pastor sem rebanho, tentando ordenar aquilo que nunca lhe pertenceu. Pois “não há tormento maior para o governante do que tentar controlar aquilo sobre o qual nunca teve domínio.” Vi nos seus olhos não a autoridade, mas o desespero ...
"O que é isto?"